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Terremoto de magnitude 7,1 atinge Japão, derruba prédios e deixa feridos

Repórteres acompanham as notícias sobre um grande terremoto e a possibilidade de um tsunami de um metro no sul do Japão, em um escritório em Tóquio, em 28 ...

Terremoto de magnitude 7,1 atinge Japão, derruba prédios e deixa feridos
Terremoto de magnitude 7,1 atinge Japão, derruba prédios e deixa feridos (Foto: Reprodução)

Repórteres acompanham as notícias sobre um grande terremoto e a possibilidade de um tsunami de um metro no sul do Japão, em um escritório em Tóquio, em 28 de julho de 2026 ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP Um terremoto com magnitude 7,1 atingiu o Japão nesta terça-feira (28) e gerou um alerta de tsunami, causou a queda de prédios e casas e deixou ao menos 50 feridos, segundo autoridades do país. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O terremoto teve seu epicentro em terra próximo às cidades de Kumamoto e Uki, na ilha de Kyushu, no sul do país, segundo a Agência Meteorológica japonesa (JMA, na sigla em inglês). O tremor teve profundidade de apenas 10 km, considerado muito próximo à superfície, e foi acompanhado de tremores secundários de 5,6 e 4,9. A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou que o terremoto deixou feridos pelo país e causou a queda de alguns prédios, porém ela não especificou números. Ao menos 50 pessoas foram levadas a um hospital, segundo a emissora pública NHK. No entanto, ainda não havia um balanço oficial de feridos até a última atualização desta reportagem. “Ainda estamos avaliando a extensão dos ferimentos e dos danos materiais, mas fui informada de que já há vários feridos (...) Há cortes de energia e incêndios em algumas áreas, estradas e pontes foram danificados, e edifícios desabaram. (...) Estamos dando prioridade à vida das pessoas”, disse Takaichi. Agora no g1 Um alerta de tsunami para ondas de 1 metro foi emitido pela JMA logo após o terremoto, porém foi cancelado cerca de duas horas depois por autoridades meteorológicas japonesas e dos EUA. Takaichi pediu para que a população se afastasse de áreas costeiras. Ainda segundo a premiê, as cidades de Uki e Hikawa foram atingidas com "intensidade máxima 7", a maior na escala japonesa. Por conta da magnitude e da baixa profundidade, autoridades japonesas alertaram que há a possibilidade de outro grande terremoto atingir o país nos próximos três dias. O terremoto japonês foi tão forte que foi sentido até na Coreia do Sul, com relatos de pequenos tremores em Incheon, vizinha da capital Seul, segundo a agência sul-coreana Yonhap. O governo japonês disse que estabeleceu uma força-tarefa de emergência para responder aos danos causados pelo terremoto e coordenar o resgate com os governos locais. Alertas de emergência de terremoto foram emitidos para as prefeituras de Kumamoto, Nagasaki, Kagoshima, Fukuoka, Saga, Oita e Miyazaki, todas em Kyushu. O Japão é um dos países mais propensos a terremotos no mundo, com um tremor ocorrendo pelo menos a cada cinco minutos. Localizado ao longo do "Anel de Fogo", uma região de vulcões e fossas oceânicas que circunda parcialmente a Bacia do Pacífico, o Japão é responsável por cerca de 20% dos terremotos de magnitude 6,0 ou superior no mundo. O alerta de tsunami japonês não causou ameaças ao Havaí e à Samoa Americana, ambas no Oceano Pacífico, afirmou o Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico dos EUA. Os tremores não haviam causado nenhuma anormalidade em usinas nucleares na região, segundo o órgão regulador do país. Um terremoto devastador em Kumamoto, há 10 anos, matou 275 pessoas e deixou outras 2,7 mil feridas. A operadora ferroviária JR Kyushu informou que suspendeu seus serviços, incluindo os trens de alta velocidade Shinkansen. O jornal japonês "Nikkei" afirmou que diversas pessoas que estavam em um trem-bala no momento do terremoto ficaram feridas. Nas redes sociais, internautas compartilharam um vídeo que mostra uma grande nuvem de poeira próxima ao do Castelo de Kumamoto, tradicional ponto turístico do Japão na cidade de Kumamoto. Initial plugin text Initial plugin text “Ainda estamos avaliando a extensão dos ferimentos e dos danos materiais, mas fui informada de que já há vários feridos (...) Há cortes de energia e incêndios em algumas áreas, estradas e pontes foram danificados, e edifícios desabaram. (...) Estamos aprioridade”, disse Takaichi.

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